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Algumas imagens deste site são meramente ilustrativas e foram geradas por I.A para Humanos.
Cabine de pintura via úmida construída em aço carbono bitola #14 e #16, equipada com exaustor axial, lavador hidrodinâmico de alta eficiência para retenção de overspray e silhuetas para transportador aéreo, garantindo conformidade ambiental para sua indústria; clique em solicitar orçamento para receber uma proposta comercial técnica sob medida.
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A cabine de pintura via úmida opera por meio de um sistema de exaustão forçada projetado para processar o overspray gerado durante a pulverização industrial. O exaustor axial aspira o ar contaminado da zona frontal de trabalho, direcionando o fluxo saturado de partículas de tinta em suspensão para o lavador d’água localizado na parte traseira do equipamento. Ao passar por essa seção, o fluxo de ar colide contra uma cortina de água constante e bicos atomizadores, sofrendo uma lavagem hidrodinâmica que retém os particulados sólidos e os direciona para o reservatório inferior de decantação, evitando o acúmulo de resíduos no ambiente fabril.
A estrutura mecânica do equipamento é projetada para suportar a severidade desse processo contínuo, sendo fabricada em chapas de aço carbono industrial de bitolas #14 e #16, reforçadas com perfis soldados estruturais que mitigam vibrações e fadiga. O isolamento pneumático e físico da área de aplicação conta com um vestíbulo equipado com silhuetas laterais geométricas, dimensionadas especificamente para a transição dos componentes suspensos em transportadores aéreos. Esse arranjo impede o escape de névoa poluente para o galpão e mantém a constância da velocidade de captação na face operacional da cabine de pintura via úmida.
No reservatório de água situado abaixo do lavador, os resíduos coletados passam por um processo de tratamento químico essencial à manutenção do sistema. A adição rigorosa de agentes coagulantes e floculantes poliméricos atua na neutralização das propriedades adesivas da tinta, aglutinando as partículas em uma borra insolúvel e não aderente que flutua ou decanta no tanque. Esse procedimento químico evita a obstrução das tubulações e das bombas aspersoras, simplificando a remoção mecânica e manual do lodo durante as paradas programadas de manutenção técnica, cujo intervalo médio de dois meses varia conforme a taxa diária de aplicação horária de tinta.
Após a retenção dos contaminantes sólidos no meio aquoso, a separação final do fluxo gasoso é concluída. O ar purificado e livre de particulados é succionado pelo exaustor axial e conduzido verticalmente por meio de dutos de exaustão dimensionados para equalizar a pressão estática do sistema. A descarga final dos gases limpos na atmosfera ocorre através de chaminés externas equipadas com chapéu de proteção contra intempéries na extremidade superior. O arranjo atende aos requisitos normativos de emissões ambientais e garante a estabilidade operacional da linha de produção B2B.
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