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O AGV para armazém transporta paletes e cargas em rotas definidas, com navegação por referência fixa, indicado para trajetos repetitivos e de alto volume. A KGFM projeta a integração do AGV ao fluxo intralogístico: pontos de transferência com transportadores, sincronismo por PLC, adequação de layout, piso e sinalização, e tratamento de segurança conforme a NR-12.
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O veículo guiado automaticamente executa trajetos definidos, orientado por referências instaladas no ambiente, como fita magnética, indução no piso ou marcadores. Essa característica é ao mesmo tempo sua limitação e sua força: a rota é menos flexível do que a de um robô móvel autônomo, mas a operação é mais previsível, repetível e simples de validar em trajetos que não mudam.
Por isso o AGV tem melhor aplicação em fluxos consolidados e de alto volume, como o transporte de paletes entre a saída de produção e o estoque, o abastecimento fixo de linha ou o percurso recorrente entre duas áreas do armazém. Onde a rota muda com frequência, um AMR tende a ser mais adequado, e frequentemente a melhor solução combina as duas tecnologias com transportadores fixos nos trechos de maior fluxo.
A implantação de AGV depende de condições do ambiente que precisam ser verificadas antes da decisão. Piso com planicidade e integridade adequadas, largura de corredor compatível com o veículo e a carga, definição de áreas de cruzamento, pontos de recarga e organização das rotas para evitar conflito com empilhadeiras e pedestres. Ignorar esses requisitos é a causa mais comum de desempenho abaixo do previsto.
A KGFM trata esses pontos como parte do projeto de intralogística, junto com a adequação de layout. Avaliar o ambiente antes de especificar o veículo evita a situação em que o equipamento chega e a operação precisa ser reorganizada às pressas para acomodá-lo.
Um AGV entrega resultado quando pega e deposita carga de forma confiável. Isso exige estações de transferência com cotas compatíveis, transportadores de entrada e saída sincronizados, confirmação de posicionamento por sensor e lógica que trate falha sem travar o fluxo. Projetamos essas interfaces mecânicas e de automação, que costumam ser o escopo esquecido nas propostas centradas apenas no veículo.
Veículos automáticos circulando em áreas com operadores exigem análise de risco, sinalização, controle de velocidade em zonas de circulação, dispositivos de detecção e tratamento das interfaces com equipamentos fixos conforme a NR-12. Depois da implantação, oferecemos suporte de manutenção para o conjunto integrado. Informe rotas, cargas e layout para receber uma avaliação de aplicação.
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